19.2.19

AGÊNCIA RECOMENDA LEITURA DE ESTUDO DO DIAP SOBRE A REFORMA DA PREVIDÊNCIA

REDAÇÃO -


Ainda que não tenha sido apresentado oficialmente, o projeto de reforma da Previdência gestado no governo Bolsonaro é muito mais drástico que a proposta apresentada por Temer em 2016. A versão de “reforma” elaborada pela atual equipe econômica, que vazou na semana passada, é muito dura.

Ela dificulta o acesso à aposentadoria, esfaqueia diversos benefícios, estimula a privatização de um regime que hoje é solidário e pune principalmente os mais pobres.

O alerta vem em detalhado estudo feito por Antônio Augusto de Queiroz (Toninho), diretor de Documentação do Diap (Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar). A Agência Sindical publica na íntegra o texto, com a recomendação de que seja lido e avaliado por dirigentes e advogados das entidades.

O diretor do Diap faz uma análise detalhada dos pontos que impactam os segurados do Regime Geral de Previdência Social na versão preliminar da “reforma”, que deverá ser encaminhada ao Congresso Nacional nos próximos dias.

Maldade - Segundo Toninho, o projeto, trancado a sete chaves pelo governo, mas vazado pela imprensa, visa, em dez anos, “cortar R$ 1 trilhão no valor dos benefícios pagos pelos padrões atuais”. Ele alerta que a maldade é ainda mais grave, “quando se sabe que esses benefícios têm natureza alimentar”.

Para o diretor do Diap, o sindicalismo precisa buscar entender um tema “complexo e árido”, como também “levar esse debate para seus Jurídicos e informar a base sobre os ataques que estão embutidos na reforma”.

Clique aqui e leia. (via Agência Sindical)