8.6.19

COM UNIDADE DAS CENTRAIS, SINDICATOS E TRABALHADORES PROMETEM PARAR ESTADO DE SP

REDAÇÃO -

Com plenárias e assembleias diárias em todo o Estado de São Paulo, trabalhadores e trabalhadoras de diversas categorias, ligadas a CUT e demais centrais, já aprovaram a adesão à greve geral da classe trabalhadora, no dia 14 de junho.


“São Paulo vai parar”, afirmou o presidente da CUT São Paulo, Douglas Izzo, que ressaltou a importância da unidade das centrais em defesa da Previdência pública, da educação e por mais empregos como fatores fundamentais para a construção da paralisação nacional.

Bancários, metalúrgicos, professores, eletricitários, trabalhadores da saúde e da educação, metroviários, ferroviários, petroleiros, químicos e servidores municipais de várias cidades do Estado já decidiram atender o chamado da CUT e demais centrais e vão cruzar os braços no dia 14. E, segundo pesquisa feita pela Fundação Perseu Abramo (FPA), 70% dos caminhoneiros também deverão parar.

A adesão está crescendo diariamente e muitas categorias estão com assembleias e plenárias agendadas ainda para a próxima semana. A expectativa é de que o dia 14 de junho ninguém saia de casa para fortalecer a luta por direitos e dar um recado ao Congresso Nacional: ouçam a voz da classe trabalhadora.

Desde o anúncio oficial da greve geral, no dia 1º de maio, os trabalhadores e as trabalhadoras, sindicalistas e militantes estão fazendo trabalho de formiguinha, indo de rua em rua e nas comunidades, fazendo conversas, divulgando nos caminhões de sons os impactos da reforma da Previdência e dos cortes na educação para o Brasil e os brasileiros, falando sobre a falta de uma política de combate ao maior drama de todos que é o desemprego e, claro, sobre a importância de paralisar a cidade para barrar os retrocessos defendidos por Bolsonaro e seus ministros.

Os trabalhadores e as trabalhadoras de Guarulhos, ABC, Araçatuba, Bauru, Itapeva, Jundiaí, Marília, Mogi das Cruzes, Osasco, Ourinhos, Ribeirão Preto, São José do Rio Preto, Sorocaba, Vale do Paraíba e do Ribeira, São Carlos e região, Campinas e região, baixada Santista, Presidente Prudente e outras cidades do interior e da grande São Paulo também estão se organizando para parar tudo na greve geral.

Fonte: 247