14.4.18

CENTRAIS SINDICAIS FARÃO 1º DE MAIO EM CURITIBA POR SOLIDARIEDADE A LULA

REDAÇÃO -

As Centrais Sindicais decidiram comemorar o Dia Internacional do Trabalho, celebrado no 1º de maio, em Curitiba – onde o ex-presidente Lula está preso desde sábado (7). A realização do ato unificado foi aprovada nesta quinta (12), durante encontro entre representantes da CUT, Força Sindical, UGT, CTB, Nova Central, CSB e Intersindical.


Os sindicalistas acertaram que farão os atos que estavam previamente organizados por cada Central. À tarde, irão até o Paraná, onde a mobilização terá a presença das lideranças sindicais, dos movimentos sociais e representantes de entidades nacionais e internacionais.

A ideia é fazer uma manifestação de solidariedade, denúncia internacional e apresentação de uma pauta conjunta de reivindicações. Segundo o secretário-geral da Força Sindical, João Carlos Gonçalves (Juruna), o protesto lembrará as lutas sindicais do ex-presidente.

"Fazer o ato em Curitiba é mostrar que o movimento sindical acha que o julgamento de Lula foi injusto. No 1º de Maio, é importante valorizar um sindicalista que chegou à presidência e foi capaz de unificar o País em torno de questões como a distribuição de renda e mudanças sociais que permitiram retirar milhares de famílias da linha de pobreza", destaca Juruna.

Solidariedade - Segundo o secretário-geral da CTB, Wagner Gomes, além da solidariedade, o ato também vai debater as principais reivindicações da classe trabalhadora, combater a proposta de reforma previdenciária do governo e cobrar a revogação da reforma trabalhista.

"Essa é uma decisão histórica. Não me lembro se houve um 1º de Maio com todas as Centrais juntas. Então, há um simbolismo muito grande da unidade do movimento sindical. Acredito que colheremos muitos frutos desse ato unificado em Curitiba", afirma.

Pauta - O presidente da Nova Central/São Paulo, Luiz Gonçalves (Luizinho), ressalta que a pauta de reivindicações unificada incluirá outras bandeiras trabalhistas, como crescimento econômico, desenvolvimento industrial e combate à privatização do sistema elétrico. (via Agência Sindical)

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